Mais um ano, mais uma entrada nesta série que é das minhas mais estimadas. Não que não nutra sentimentos profundos ao Caderno do Diogo, mas se há série que tenho gozo em dar-vos é esta. A de, ano após ano, motivar-vos e ajudar, no possível, a escrever.

O ano que passou não foi dos mais profícuos em conteúdo para autores aqui no blogue, mas quero deixar-vos na mesma algumas sugestões e dicas.

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Não tenhas medo

O medo é uma arma poderosa, mas que facilmente nos pode demover da escrita. A melhor forma de o contornar é compreender porque o temos. Sentimos pressão externa à nossa escrita? Temos medo da nossa voz, do mercado? Duvidamos da história?

Muitas questões têm fundamento, mas a melhor dica que posso dar é: sossega o pensamento! Escreve! Escrever é o mais importante. Solta-te e permite sentir a história. Só assim as respostas vão chegar e vão compreender o que contaram com a vossa história.

Medo de falhar

Poderás falhar, e talvez isso precise mesmo de acontecer. Mas é o que fazemos com este falhanço que ditará o que faremos no futuro. Vamos reescrever? Vamos usar a história como aprendizagem?

Independentemente do que seja, não tomes como um falhanço. São diversos os autores (eu incluído) com histórias na gaveta. Essa ficará nesse sítio especial se achares que deve repousar, mas não desesperes! Começa outro documento em branco e vê até onde vais…


Em semelhança ao ano anterior vou dar-vos ainda um sumário de diversos artigos que criei o ano passado e que vos podem ajudar a refletir e pensar no caminho que querem seguir.

Devem os livros ter avisos de gatilhos (trigger warnings)? Como o faço?

Esta é das minhas últimas publicações e uma que pretende fazer-vos pensar. O certo é que se há uns anos recomendei que, antes de começarem um livro, soubessem o público-alvo da história, esta publicação parece complementá-la. Sendo algo opcional, os avisos de gatilhos são importantes para muitos leitores e podem ser ainda um elemento estruturador do vosso pensamento aquando da criação da história.

Como adiciono um livro no Goodreads?

Esta é uma pergunta que não deverá aparecer no início da escrita, mas que se considera importante visto que muitos livros são adicionados incorretamente (nomeadamente sem páginas).

O que existe são boas e más editoras

Há quem pense nesta questão no fim, outros logo no início. O importante é que se torna necessário refletir, em algum momento, o percurso que queremos seguir. Talvez seja assim boa ideia pensarmos no que é realmente uma editora e o que queremos realmente para nós.

Quanto custa publicar um livro?

Independentemente do caminho que seguimos, publicar tem custos. Quer sejam emocionais, quer financeiros, esta publicação surgiu de diversas sondagens efetuadas que resultaram em dados deveras interessantes e que merecem a reflexão.


Assim me despeço, esperando que este seja o ano que ganham amor às palavras!

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